Entendendo Devops para Iniciantes em Programação (Parte 1) _ Série Começando aos 40.mp3
Abordagem prática e direta para quem está começando aos 40 e busca alinhar código, entrega e operação de software.
1. DevOps: o que é, por que faz diferença e como penso nisso
Para mim, DevOps não é apenas um conjunto de ferramentas, e sim uma filosofia que visa unir desenvolvimento
e operações para reduzir atritos, acelerar o fluxo de valor e aumentar a confiabilidade de software.
Principais objetivos que guiam minha prática diária:
- Eliminar silos entre equipes e promover colaboração contínua.
- Padronizar processos repetitivos para reduzir retrabalho e erros humanos.
- Proporcionar feedback rápido sobre mudanças em produção para aprender rápido.
- Construir cadeias de entrega previsíveis e seguras desde o código até o ambiente.
Observação: trabalho com foco em valor entregue ao usuário final, mantendo qualidade, segurança e velocidade de resposta.
2. Do código ao ambiente: um fluxo simples e eficaz
Quando o código é confirmado, seguimos um fluxo que transforma alterações em artefatos estáveis, verifica qualidade e prepara a implantação em ambientes próximos ao usuário.
- Build: compilação/empacotamento do código para um artefato versionado.
- Testes: execuções de testes unitários e de integração para validar mudanças.
- Qualidade: checagem de critérios básicos de segurança e conformidade.
- Deploy gradual: promoção de mudanças de staging para produção com validações em cada etapa.
- Código → Artefato
- Validação contínua
- Validação de produção com rollback planejado
3. Infraestrutura como código e observabilidade (conceitos-chave)
Padronizar ambientes é essencial para evitar o efeito “funciona na minha máquina”. Infraestrutura como código
descreve ambientes por meio de código, mantendo versionamento e reprodutibilidade.
- Infraestrutura como código (IaC): modela recursos de nuvem, redes, permissões e recursos de suporte como código.
- Observabilidade: logs, métricas e rastreamento para entender o comportamento do sistema no tempo.
- Dashboards simples: foco em métricas que indicam saúde, throughput e tempo de resposta.
Prática recomendada: mantenha descrições claras de ambiente, versões de dependências e políticas de escalonamento para facilitar reproduções rápidas em novos ambientes.
4. Práticas iniciais para começar já
- Organize um repositório único por projeto com README claro e objetivo.
- Defina convenções de nomenclatura para branches, artefatos e ambientes.
- Crie um pipeline simples com etapas de build, testes e preparação para entrega em um ambiente de teste.
- Adote observabilidade básica: logs estruturados, métricas-chave e alertas simples.
- Implemente revisões de código (pull requests) com feedback construtivo e padrões de qualidade.
- Planeje caminhos seguros de rollback para cenários de falha em produção.
Exemplo: validação simples de ambiente (Bash)
#!/usr/bin/env bash
set -euo pipefail
echo "Validação de dependências..."
command -v git >/dev/null 2>&1 || { echo "Git não encontrado"; exit 1; }
command -v node >/dev/null 2>&1 || { echo "Node.js não encontrado"; exit 1; }
echo "Checagem concluída. Preparando build básico..."
npm ci --silent
npm test --silent
Continuação da série
Curtiu a abordagem? Este é apenas o começo. Continue explorando os fundamentos nos próximos posts da série para avançarmos rumo a práticas mais detalhadas.
Sou Apaixonado pela programação e estou trilhando o caminho de ter cada diz mais conhecimento e trazer toda minha experiência vinda do Design para a programação resultando em layouts incríveis e idéias inovadoras! Conecte-se Comigo!